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Por Andreyver Lima: A prova que o fisiculturismo vem se consolidando no Brasil, foi a realização  em Salvador, do Campeonato Baiano 2018. Já em novembro de 2017 aconteceu em Itabuna o 1º Troféu Manoel Classic de Fisiculturismo. Conhecido também como culturismo, premia-se o atleta que melhor molda seu corpo. Juízes avaliam volume, simetria, proporção e definição dos músculos. Nesta sexta-feira, 13, às 17h, no Beira-Rio em Itabuna, estrelas baianas e amantes da musculação estarão juntos, para apoiar uma causa ainda maior.

EVENTO BENEFICENTE
Entre os organizadores do evento está a LIFF - Liga de Fisiculturismo e Fitness, que também estará arrecadando a doação de materiais de limpeza e higiene pessoal, em prol do Albergue Bezerra de Menezes, em Itabuna.

PROGRAMAÇÃO
1ª WELLNESS - bateria completa com todas as participantes, ¼ de volta e desfile.
2ª BIQUINI - bateria completa com todas as participantes, ¼ de volta e desfile.
3ª MEN´S PHYSIQUE - bateria completa com todos os participantes, ¼ de volta e desfile.
4ª APRESENTAÇÃO – Campeã baiana na categoria BODY FITNESS, Larissa e o campeão baiano na categoria MUSCULAR PHYSIQUE, Hebert da Silva.
5ª GUEST POSING – Com os atletas campeões do primeiro troféu MANOEL CLASSIC: Daniel Matos, Vitor Haun, Vitor Leandro e Acácio Sobrinho.
Times: Neto Baptista, Diego Souza, Cristian Lucena, Daniel Matos, Matheus Avelino, Joivé Dias.

Manoel Classic 2017 em Itabuna

Diego Sousa, coach e atletas participantes do Campeonato Baiano 2018

Neto Baptista, coach, e o atleta Daniel Matos
O ESPORTE DO PAN
A popularidade do esporte, tem evoluído tão rápido que a modalidade, foi aceita para estar no próxima Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima, no Peru. Serão 16 homens e 16 mulheres na competição. Os brasileiros buscam vaga durante o Sul-Americano, que acontece em setembro deste ano.

Dança também está na programação do evento




Oposição e base governista uniram-se na Câmara de Itabuna para articular a tramitação de dois projetos de leis que beneficiarão milhares de servidores, quando sancionados. A revisão salarial (2,8%) e os novos valores do ticket alimentação (R$ 100 e R$ 200) tiveram aprovação unânime. Inicialmente, o Executivo ameaçou negar os reajustes por dificuldades financeiras. A atuação da Câmara foi decisiva para que a Prefeitura negociasse com o Sindserv.

Refis
Com oito emendas ao texto do Executivo, o Plenário autorizou o Município a refinanciar dívidas dos itabunenses junto à Fazenda Municipal. O Refis abrange débitos registrados até 31 de dezembro de 2017. O relator Milton Gramacho (PRTB) suprimiu do projeto o dispositivo que impedia a adesão ao programa de contribuintes com bens penhorados. O refinanciamento é válido para valores que estejam em cobrança judicial e/ou administrativa.

ASCOM/Câmara
Foto: Pedro Augusto Benevides

Dirigentes e militantes do PCdoB na Bahia participaram do tradicional cortejo do 2 de Julho, que percorreu as ruas do Centro Histórico de Salvador, nesta segunda-feira, em celebração aos 195 anos da Independência do Brasil na Bahia (1823-2018). Protagonista histórico das manifestações populares, o Partido está presente em todas as edições da festa e, neste ano, levou uma mensagem de fé que a força do povo vai restabelecer a democracia no Brasil, a partir das eleições deste ano.

A Independência de 1823, quando o povo organizado tomou as rédeas do destino do país, deve inspirar os brasileiros a fazerem o mesmo, neste momento de restrições democráticas, segundo o presidente estadual do PCdoB, Davidson Magalhães. Para ele, o 2 de Julho é a materialização da participação do povo na conquista da efetiva emancipação brasileira, e uma referência de luta para os comunistas.

“Não foi o grito do Ipiranga o fato fundamental para a conquista da independência do Brasil. A independência foi conquistada nas ruas, com as armas e com a participação do povo – índios, negros, mulheres. Foi uma aliança do povo que permitiu a verdadeira independência. O PCdoB, que sempre esteve nas ruas, acredita que o caminho é povo organizado e nas ruas”, defendeu o presidente do PCdoB-BA.

Neste sentido, o presidente municipal do Partido em Salvador, Everaldo Augusto, defendeu que este é o momento de buscar para o Brasil uma nova independência. “O significado do 2 de Julho nunca esteve tão atual como hoje, quando precisamos conquistar a liberdade, derrotar as tentativas de golpes seguidos que o nosso País vem passando, reforçar a democracia e reconquistar a nossa independência”, disse.

Vice-presidenta do PCdoB-Salvador, a vereadora Aladilce Souza completou: “O 2 de Julho é sempre a data de nós renovarmos o nosso compromisso com a liberdade, com a independência. Estamos nas ruas, junto com o povo, renovando o nosso compromisso de construir uma Salvador melhor e mais justa”.

Data nacional
A partir do Projeto de Lei 12.819, de 2013, de autoria da deputada federal Alice Portugal, do PCdoB-BA, o 2 de Julho foi elevado à categoria de data histórica no calendário das efemérides nacionais. Presente no cortejo, Alice defendeu a necessidade da preservação da História daquele tempo, porque, segundo ela, o 2 de Julho é a afirmação da luta pela liberdade em todos os tempos.

A parlamentar comunista acredita que ter preservada a memória das lutas populares por soberania nacional e democracia significa assegurar que os princípios contra a tirania prevaleçam sempre. “O Brasil, que vive sob um golpe, precisa reafirmar esses princípios”, disse Alice.

Diversidade
O deputado federal Daniel Almeida destacou, durante o desfile, a marca da diversidade que a festa tem. “O 2 de Julho significa o encontro de civismo e patriotismo, de manifestação cultural, religiosa e de grande abertura do processo político de cada ano eleitoral. Hoje, se viu essa manifestação de todas as correntes de opinião, de todas as manifestações que tanto identificam o povo da Bahia”, disse.

Marianna Dias, presidenta nacional da União Nacional dos Estudantes (UNE), reforça que a data reúne, também, a diversidade do movimento social e renova a esperança na luta unificada. “Em todo 2 de Julho, os movimentos sociais estão presentes, com os partidos políticos, ainda mais no momento em que o Brasil tem vivido, que exige de nós uma capacidade de resistência. Precisamos nos inspirar no espírito do 2 de Julho para que a gente possa melhorar o Brasil”, afirmou.

Lula Livre
A passagem do cortejo do 2 de Julho foi marcada por pedidos de liberdade do ex-presidente Lula, presentes em faixas, cartazes, camisetas e palavras de ordem. O PCdoB reforçou a defesa do ex-presidente, ao tempo em que levava para as ruas a pré-candidatura de Manuela d’Ávila, representante comunista para a disputa pelo Palácio do Planalto.

“O PCdoB vem às ruas apresentar a sua pré-candidatura ao povo e, ao mesmo tempo, mantendo-se firme com o compromisso da liberdade do nosso ex-presidente Lula, que é vítima de mais uma ação dos golpistas, que tiraram a presidenta Dilma Rousseff da cadeira da presidência”, defendeu Olívia Santana, secretária nacional de Combate ao Racismo do PCdoB. 

Fonte: PCdoB Bahia


EL PAÍS:
“Artista eu era. Pioneiro eu fiz-me. Devo a Brasília esse sofrido privilégio. Realmente um privilégio: ser pioneiro. Dureza que gera espírito. Um prêmio moral”. A frase de Athos Bulcão resume o desafio de integrar arte e arquitetura como maior colaborador de Oscar Niemeyer na construção de Brasília. Suas obras em azulejo, concreto, madeira policromada e outras técnicas, que hoje ornam muitos corredores do poder, são apenas uma amostra da prolífica produção do pupilo de Portinari, que sonhou em tornar acessível seu trabalho ao público em geral e não apenas aos frequentadores de galerias.

Athos Bulcão. DIVULGAÇÃO FUNDAÇÃO ATHOS BULCÃO

Nascido no Catete, Rio de Janeiro, em 2 de julho de 1918, passou uma infância privilegiada em Teresópolis, criado pelo pai Fortunato Bulcão e irmãos mais velhos. A mãe, Maria Antonieta, faleceu de enfisema pulmonar quando ele tinha apenas cinco anos. Desde menino, mostrava-se criativo, mas a primeira carreira que escolheu não apontava em nada o seu destino futuro. Muito jovem, porém, em 1939, ele abandona a clássica Medicina para se dedicar a pintura.


A arte chegou enfim a ele por uma sequência de acasos. Ou melhor, mais que acasos, um conjunto de amizades estreladas do mundo das artes. O próprio pai era amigo de Monteiro Lobato – curiosamente o maior dos críticos às mudanças no cenário artístico, mudanças que chegariam ao auge do abstracionismo justamente pelas mãos do filho do grande amigo.


Num breve resumo dos laços que o ajudaram a construir sua carreira, é apresentado pelo escritor Murilo Mendes ao casal Vieira da Silva (1908-1992) e Arpad Szenes (1897-1985) e frequenta o ateliê deles na década de 1940. O círculo de amigos ainda inclui importantes modernistas como Carlos Scliar, Pancetti e Enrico Bianco, que o apresentou a Burle Marx, outro nome importante da construção de Brasília.


Em 1945, aos 21 anos, passa a trabalhar como assistente de Candido Portinari (1903-1962) na construção do painel de São Francisco de Assis, na Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte. Com o mestre, aprendeu muitas lições importantes sobre desenhos e cores. "Arte é cosa mentale", dizia ele, citando Leonardo da Vinci, para ilustrar que não acreditava em inspiração e sim talento e trabalho.


Seguindo o exemplo de tantos outros artistas brasileiros da época, Athos Bulcão vai estudar em Paris, entre 1948 e 1950, com bolsa concedida pelo governo francês. De volta ao Rio, trabalha com ilustrações de livros e revistas e com cenários para teatro. Somente anos depois, em 1958, ocorre a grande virada de sua carreira, quando se transfere para Brasília para trabalhar em projetos de Oscar Niemeyer na França, Itália, Argélia, além da construção da nova capital.


Ali sua arte encontra eco na arquitetura de Niemeyer, numa simbiose perfeita. Impossível imaginar os edifícios da cidade sem a geometria e as cores dos painéis de azulejos e vitrais para a Igreja Nossa Senhora de Fátima ou do Palácio do Itamaraty. O artista viveu na cidade que ajudou a criar até sua morte, em 2008, aos 90 anos. Seu legado está espalhado pelos principais edifícios do capital do poder e sua memória é preservada pela fundação que leva seu nome. Em homenagem ao seu centenário, a Fundação Athos Bulcão abre, no dia 7 de julho, uma exposição em homenagem ao centenário do artista, em sua sede em Brasília.

Gabriel Nascimento é professor da UFSB.
Quando, em 2013, surgiu a notícia da chegada da UFSB, houve um poço de esperança e desconfiança com sua chegada, sobretudo para quem era do sul da Bahia, como eu. No entanto, aos poucos ela foi sendo entendida como uma grande via de desenvolvimento dessa região imensa, com várias costas e tão diversos territórios de identidade.

E a UFSB foi ousada sim. É verdade que não avançou mais porque, sendo uma das últimas universidades federais construídas na era Lula/Dilma, bateu de frente com um golpe, um governo usurpador e golpista que tem sucateado tudo que é público no país, e uma assassina PEC 55, agora Emenda Constitucional 93. Mas é verdade, também, que o plano de expansão dos colégios universitários fincou na universidade o grande objeto de combate ao racismo na nossa região através de um projeto de universidade regionalizada.

Depois das universidades com projetos distintos do Reuni (o programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais dos governos de Lula e DiLma) com inserção multicampie interiorização, em que universidades como a UNILAB ou UNILA cumpriam papéis de integração internacionalista Sul-Sul, ou como a UFABC que cumpria um papel ligado à integração com o setor produtivo, ou ainda a UFFS e a UFVJM que repensavam os territórios e identidades mais pobres de cada região e pensavam a inserção regional da universidade como forma de combater a pobreza, êxodo rural e promover a agricultura familiar, ou ainda a interiorização dos campi de universidades federais tradicionais, a UFSB era a menina dos olhos de ouro de quem pensava currículo universitário e ações afirmativas desde a base no país.

A UFSB foi ousada em termos de currículo e inserção regional. O seu projeto do currículo se alarga e se conecta ao da inserção à medida que sua proposta afirmativa mais ousada era a Rede Anísio Teixeira de Colégios Universitários, em que as próprias graduações de primeiro ciclo já começassem a funcionar na rede pública estadual com 85% de reserva de vagas para esse público. Para quem vem discutindo o projeto das cotas desde Durban, isso era quase mágico. Se não fosse o golpe, Temer e a Emenda 93.

Por outro lado, a UFSB também foi ousada no diálogo com o projeto de ações afirmativas para a graduação já existente em lei e nas demais federais. A comunidade acadêmica teve a coragem de reservar 55% de vagas nos campi e 85% nos colégios universitários para o ingresso nas chamadas graduações de primeiro ciclo. Aquilo era uma boa primeira resposta ao golpe e a Temer (mesmo tendo acontecido antes do golpe) de que essa universidade ia continuar resistindo. Mais tarde, mesmo com forte resistência interna, a aprovação de 75% das vagas para ingresso nas graduações de segundo ciclo colocaram a UFSB na grande encruzilhada do combate ao racismo regional nesta quadra de nossa história.

A autodeclaração foi uma das maiores tecnologias do nosso tempo. Fizemos até melhor que os Estados Unidos. O Estatuto da Igualdade Racial estabelece em suas premissas que agora este país devia admitir que há negros vivendo nele, forçando inclusive os candidatos nas eleições a se autodeclararem. Passados mais de 10 anos das cotas, os cursos de Medicina, Direito, Engenharias pouco se escureceram. Isso é visível. Basta passear dez minutos em qualquer faculdade de saúde do país. Parece a mesma coisa de andar pela Alemanha. Das duas uma: ou a lei de cotas excetua alguns cursos ou tudo isso não passa de um grande processo (que inclui cúmplices entre os agentes de Estado) de fraude. Bastaram as primeiras denúncias aparecerem em algumas grandes universidades, como UFRGS, UFMG ou UFF, para que a discussão da autodeclaração fosse reaberta por conta do racismo e da afroconveniência.

O racismo no Brasil, que é de marca e não de origem (no caso dos negros), soube utilizar a autodeclaração como sua tecnologia de burlar as cotas. Não em Letras e Filosofia. Mas em Medicina e Direito. Isso levou o Ministério Público Federal a sugerir comissões de verificação das fraudes. O argumento jurídico é simples. Na decisão da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 186, impetrada pelo DEM para proibir verificação de cotas na UnB, e na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 41, o Supremo Tribunal Federal já tinha decidido pela constitucionalidade das chamadas bancas de verificação.

O racismo é tão cruel que até gente que era contra as cotas hoje frauda as cotas nas universidades e concursos públicos. Quando permitiu as comissões ou bancas, o Supremo prezou pela isonomia constitucional ao entender que, para promover diversidade, era necessário conceber a existência de grupos específicos. No Estado da Bahia a questão é ainda mais grave por termos a maior população negra depois da África. Enquanto em estados como o Rio Grande do Sul as denúncias pipocam, aqui caímos na bobagem de não entender que, neste momento, combater o racismo estrutural é combater a fraude. O candidato da fraude em geral sequer passa pela suspeição do que chamamos de branco baiano, que é aquele branco logicamente diferente (porque os brancos são diferentes e não há nenhum problema nisso) do branco do Sudeste.

Em geral, o candidato é um branco do Sudeste que rememorou na história dos ancestrais algum negro, em alguma posição. Ele que, muitas vezes, lembrava só dos antepassados italianos, a quem avocava pelo próprio sobrenome, agora lembra de uma personagem que ele mesmo não lhe sabe e nem lhe atribui história. Essa é a forma de chamar a atenção das pessoas brancas sobre o racismo como crime perfeito (retomando a insistência do antropólogo Kabengele Munanga): nem pessoas brancas e muito menos as negras têm direito a conhecer seus ancestrais negros. Mas uma coisa temos que admitir: os pretos e pardos é que sofrem diretamente o racismo cordial e o estrutural, que são perseguidos e assassinados pelas forças paramilitares do tráfico e das polícias dos estados. Basta passear no Maria Pinheiro, em Ferradas (onde fica a sede em Itabuna), no Parque Ecológico ou no Paraguai (em Porto Seguro). Há um genocídio da juventude negra acontecendo a fraude das cotas é a grande cúmplice.

A encruzilhada do combate ao racismo hoje tem muitos caminhos. Inclusive o silêncio e o silenciamento. Por exemplo, não é possível ignorar que nas famosas reuniões da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais (ANDIFES) agora teremos um rosto negro (o único), com vasta produção em sua área, que é a recém-empossada reitora da UFSB, a professora Joana Angélica. Não é um fato menor. Imaginem João de Deus do Nascimento, herói da Revolta dos Malês, e Maria Felipa (heroína da independência do Brasil) vendo essa cena. É da ancestralidade de um povo milenar que surge o desejo da melhor justiça. Dos bancos de faculdade às reitorias, da participação na política à presidência da república. Queremos estar onde haja poder.

Neste momento, nessa encruzilhada, é preciso lutar pela justiça. E a justiça é aquela que adota a seriedade frente ao seu povo. Ao citar sempre a encruzilhada, aprendi com os meus que nela não é possível ser neutro. Ou se é ou não se é. Isso porque a encruzilhada nos joga para algum dos caminhos e é nele que devemos estar respondendo ao nosso povo. Neste momento a UFSB está no lugar desconfortável da encruzilhada e deverá, com uma gigante qualidade de sua comunidade, dar a melhor resposta. Sem titubear. O tempo da história não espera ninguém.

Gabriel Nascimento é professor da UFSB.


Por Andreyver Lima: O projeto de lei que institui o Passe Livre Estudantil em Itabuna, foi protocolado nesta quarta-feira (20) na Câmara, pelo vereador Jairo Araújo. O projeto prevê para alunos do ensino fundamental, médio e superior a gratuidade no transporte público.



Alcance social
Para Jairo, a lei é um esforço no sentido de melhorar o acesso a educação. "Acredito que com esse projeto iremos contribuir muito com a formação de nossa juventude. Todos somos conhecedores das grandes dificuldades que nossos estudantes tem de arcar com o valor da passagem. Obviamente ainda vai tramitar na Câmara, mas desde já peço o voto dos colegas vereadores, e conto com a sensibilidade do governo municipal." 

O projeto segue agora para análise nas Comissões e depois para votação no plenário da Casa.